Caso Clei Bagattini: Polícia prende quatro novos suspeitos mais de dois anos após assassinato do dentista
Dentista foi morto a tiros em seu consultório por um atirador que se passou por paciente. Duas pessoas foram condenadas pelo crime em abril de 2026.
A investigação sobre a A investigação sobre a morte do dentista Clei Bagattini avançou nesta terça-feira (1º) sobre outros quatro suspeitos de participação no crime ocorrido há pouco mais de dois anos em Vilhena. A Polícia Civil localizou dois alvos em Cacoal e outros dois na cidade onde ocorreu o assassinato.
A nova etapa busca cumprir mandados de prisão contra os envolvidos. As ordens foram expedidas pelo Poder Judiciário da Comarca de Vilhena e fazem parte da apuração do homicídio. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.
Clei foi morto a tiros dentro do próprio consultório, em julho de 2024. Para conseguir chegar até o dentista, o assassinose passou por paciente e marcou um encontro com a vítima.
O caso já resultou na condenação de Raqueline Leme Machado e o namorado dela, Maikon Sega Araújo.
Maicon R., apontado como responsável pelos disparos que mataram Clei, também estava envolvido no caso, mas não chegou a ser julgado. Ele morreu durante uma troca de tiros com a polícia.
Os quatro novos presos são investigados por participação em homicídio qualificado, com emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A apuração também envolve suspeitas de participação em organização criminosa armada e tentativa de atrapalhar as investigações.
A nova etapa busca cumprir mandados de prisão contra os envolvidos. As ordens foram expedidas pelo Poder Judiciário da Comarca de Vilhena e fazem parte da apuração do homicídio. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.
Clei foi morto a tiros dentro do próprio consultório, em julho de 2024. Para conseguir chegar até o dentista, o assassinose passou por paciente e marcou um encontro com a vítima.
O caso já resultou na condenação de Raqueline Leme Machado e o namorado dela, Maikon Sega Araújo.
Maicon R., apontado como responsável pelos disparos que mataram Clei, também estava envolvido no caso, mas não chegou a ser julgado. Ele morreu durante uma troca de tiros com a polícia.
Os quatro novos presos são investigados por participação em homicídio qualificado, com emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A apuração também envolve suspeitas de participação em organização criminosa armada e tentativa de atrapalhar as investigações.
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