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FIERO 40 anos: o motor de transformação e avanço de Rondônia

Ao completar quatro décadas de suporte ao setor produtivo, a FIERO mantém seu papel de apoio essencial no avanço econômico regional.

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FIERO 40 anos: o motor de transformação e avanço de Rondônia

Neste sábado, 19, a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) completa quatro décadas de história dedicadas à evolução produtiva da região. Sua trajetória acompanha a consolidação do Estado, promovendo a transição do perfil econômico para um parque fabril moderno, fundamentado no uso responsável dos recursos naturais e no progresso social. Ao longo desse período, estruturou programas voltados ao equilíbrio entre produção e conservação, impulsionando a eficiência dos processos e ampliando a presença rondoniense no mercado global.

A evolução da entidade reflete as gestões dos seus líderes que superaram gargalos históricos para estruturar a economia regional. Frederico Simon Camelo, o primeiro presidente da FIERO, assumiu a missão inicial de migrar o perfil econômico rondoniense, predominantemente voltado às atividades extrativistas, para o estabelecimento das primeiras unidades de processamento produtivo

Na sequência, Miguel de Souza projetou a infraestrutura rondoniense concentrada na integração aos países andinos, defendendo a Rodovia do Pacífico e a recuperação da BR-319. Julio Miranda trabalhou na consolidação do setor produtivo, iniciou o processo de instalação das demais unidades do sistema espalhadas no Estado, aproximando a FIERO dos municípios e direcionou esforços para diminuir a dependência extrativista e estruturar a cadeia de laticínios no interior.

Em seu mandato frente à FIERO, Euzébio Guareschi enfrentou a escassez de energia e a pressão ambiental. Atuou diretamente no acompanhamento dos projetos das Usinas do Madeira para garantir uma energia sustentada e eficiente. Denis Baú, concentrou a gestão no aperfeiçoamento da mão de obra local, expandindo a oferta de cursos operacionais e técnicos para suprir a demanda de vagas no segmento industrial e a internacionalização, promovendo missões empresariais e nos quatro cantos do mundo.

Marcelo Thomé, atual presidente, lidera a instituição com o compromisso de demonstrar a viabilidade econômica da bioeconomia, promovendo a conservação da floresta associada ao valor comercial dos recursos amazônicos. O dirigente destacou o valor da produção regional e o empenho do empresariado local diante de desafios de logística e distância. “Celebrar o aniversário da Federação é celebrar a transformação de Rondônia. Parabenizo o empresário local, que investe e empreende longe dos grandes centros. Produzir aqui exige determinação para superar distâncias. A nossa intenção é garantir que as empresas conquistem competitividade, agregando valor às matérias-primas, transformando essa bioeconomia em vantagem real de mercado”, enfatizou Thomé.

A atuação da instituição atinge diretamente a comunidade rondoniense por meio de suporte em áreas essenciais. A formação de jovens e adultos, somada ao atendimento médico de trabalhadores e dependentes, ocorre diariamente na rede mantida pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Escolas técnicas e centros operacionais preparam profissionais para o mercado industrial e oferecem cuidados preventivos de saúde, elevando o bem-estar e a qualidade de vida dos industriários e da população.

No campo da gestão de pessoas, a intermediação de oportunidades e a qualificação corporativa ganham força com os programas do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A entidade administra programas de estágio, realiza processos seletivos para o setor privado e apoia empresas na identificação de talentos. Essa rede de serviços aproxima estudantes das primeiras rotinas profissionais, garantindo às empresas mão de obra capacitada para operar em alto nível de produtividade.

Com olhar atento aos mercados globais, o planejamento atual vislumbra a verticalização dos produtos regionais, reduzindo a exportação de itens primários e incentivando a venda de mercadorias com maior valor agregado. Essa abordagem fortalece os polos produtivos locais e abre frentes de negócios que respeitam as características ambientais da Amazônia. O modelo integrado garante renda, estabilidade e gera novas perspectivas econômicas para todo o Estado.

Ao completar quatro décadas de suporte ao setor produtivo, a FIERO mantém seu papel de apoio essencial no avanço econômico regional. A rotina operacional integra qualificação de mão de obra, cuidados na saúde, tecnologia e inovação

Por Andréa Machado Minuto

Assessoria ce Comunicação FIERO

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