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HILDON AVALIA DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO DE RONDÔNIA COMO “MUITO PREOCUPANTE”

Estudo realizado pelo Tribunal de Contas revela deficiências na gestão da Educação pelo Governo do Estado; para Hildon Chaves, decisões equivocadas impactam diretamente no aprendizado de milhares de alunos

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HILDON AVALIA DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO DE RONDÔNIA COMO “MUITO PREOCUPANTE”

O ex-prefeito de Porto Velho e candidato a governador pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves, avaliou como “extremamente preocupante” o diagnóstico elaborado pelo Tribunal de Contas sobre a Educação. Divulgado na semana passada, o estudo aponta, na visão de Hildon, “graves deficiências de gestão pelo Governo do Estado, com impacto direto sobre o aprendizado de milhares de estudantes da rede pública”.

O diagnóstico mostra que a defasagem de aprendizado aumenta progressivamente ao longo da trajetória escolar, demonstrando que a ampliação do acesso à escola, por si só, não tem sido suficiente para assegurar o desenvolvimento das competências previstas no currículo.

Se por um lado os dois primeiros anos do ensino fundamental revelam aspectos positivos relacionados à alfabetização dos alunos, os números mostram graves problemas nos anos finais. O 9º ano registra uma deterioração acentuada nos níveis de aprendizagem. Apenas dois em cada dez estudantes alcança aprendizagem adequada em Língua Portuguesa. Em Matemática, o quadro é ainda pior: somente um em cada dez alunos atingem o nível esperado.

O déficit de aprendizagem assume proporções críticas ao final do ensino médio. Os dados evidenciam que 95 em cada 100 estudantes concluem o antigo 2º grau sem alcançar o nível esperado de aprendizagem em Matemática, enquanto três em cada quatro alunos apresentam desempenho abaixo do necessário em Língua Portuguesa.

ALFABETIZAÇÃO

Mas se a gestão deficiente do Governo do Estado trouxe muitos impactos negativos sobre a Educação dos rondonienses, o mesmo não se aplica à capital. Nos oito anos como prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves fez exatamente o oposto com os alunos do ensino fundamental. “Quando assumi a prefeitura, em 2017, de cada 100 crianças de Porto Velho, apenas 30% eram alfabetizadas na idade correta”, relembrou.

“Naquele ano, a educação infantil de Porto Velho estava em último lugar no país. Mas, quando encerramos nosso segundo mandato, em 2024, a cidade já ocupava um extraordinário quinto lugar no ranking nacional, com um índice de 95% de alfabetização na idade certa, à frente de todas as capitais do norte e acima de metrópoles como Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo”, revelou.

Hildon detalhou algumas das medidas adotadas em sua gestão. “Fizemos concurso público para contratação de novos profissionais da Educação e investimos quase R$ 40 milhões na capacitação dos nossos professores”, disse. Hildon lembrou que 3.200 professores foram formados na UNIR e na PUC, com recursos do município, durante a sua administração. “Também formamos 400 mestres e mais de 100 doutores”, enumerou.

“Porto Velho tem quase 45 mil alunos, isso é mais do que toda a população da grande maioria dos municípios do nosso Estado”, explicou. “Para aproximar os alunos dos distritos mais distantes com a escola pública, fizemos a aquisição de 146 ônibus novos e climatizados, exclusivamente com recursos da própria prefeitura”, revelou.

“Também investimos na reforma e climatização das escolas da rede pública e distribuímos milhares de uniformes e kits escolares aos nossos alunos”, recordou o ex-prefeito. “Tudo isso para que nossos estudantes tivessem acesso digno a uma educação de qualidade. Não tenho dúvidas em apontar essa como a maior obra de toda a minha gestão”, completou Hildon.

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